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Só 17,5% das escolas são adequadas para deficientes

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Índice de acessibilidade arquitetônica na rede pública é de 14,6%, contra 29,7% no sistema privado, segundo o MEC. Secretaria de Educação Especial do ministério diz que investimento na área passou de R$ 700 mil em 2003 para R$ 78 milhões neste ano.

ANGELA PINHO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Apenas 17,5% das escolas brasileiras têm banheiros e dependências acessíveis -contando salas, corredores e auditórios- adequados a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Os dados são do Ministério da Educação.

Por decreto federal, desde 2007 todas as escolas deveriam ser adequadas a pessoas com deficiência. Dados do censo escolar de 2009 -fornecidos pelas próprias escolas- mostram que o índice de acessibilidade na rede pública é de 14,6%; na particular, é de 29,7%.

A falta de instalações adequadas é motivo de lembranças traumáticas. Em 2008, no primeiro ano do ensino médio, Sula Albuquerque Silva entrou em uma escola de Brasília sem banheiro adaptado a cadeiras de rodas. Aos 18 anos, teve que usar fraldas geriátricas até que o problema fosse contornado.

Para Shirley Silva, professora da Faculdade de Educação da USP, o baixo índice de acessibilidade nas escolas está ligado ao fato de ser recente o crescimento das matrículas de pessoas com deficiência -no ensino fundamental, elas mais do que dobraram em dez anos.

O baixo índice de acessibilidade não poupa nem o Estado mais rico do país. Em São Paulo, ocorre uma situação inusitada: a proporção de escolas acessíveis é maior na rede pública (21%) do que na privada (16%).

Em Osasco, a pesquisadora Denise Crispim procurou 12 colégios particulares que oferecessem educação infantil e ensino fundamental para matricular sua filha Sofia, cadeirante de quatro anos. Em todos, diretores alegaram que o espaço não era adequado para a garota.

“Percebi que eles usavam a questão arquitetônica como desculpa para justificar que, na verdade, não sabiam lidar com a deficiência”, diz.

Segundo Martinha Clarete Dutra dos Santos, da Secretaria de Educação Especial do MEC, o investimento em acessibilidade passou de R$ 700 mil em 2003 para R$ 78 milhões neste ano, o que deverá aumentar o percentual de escolas públicas adaptadas para 25%. Ela diz, no entanto, que a responsabilidade principal é dos Estados e municípios, que têm a maior parte das escolas do país.

“Barreira humana é pior do que escada”, diz mãe

Gabriel e os pais Patrícia e Gleney, no colégio Bandeirantes (Foto: Marcelo Justo/Folha Imagem)


FABIANA REWALD
DA REPORTAGEM LOCAL

Foram oito anos de busca até que Patrícia Goloni Lolo, 41, ouvisse de uma dirigente de escola que seu filho seria aceito sem restrições. Antes disso, ao menos cinco colégios, com mensalidades de até R$ 2.000, usaram as mais diferentes desculpas para dificultar a matrícula de Gabriel, 8, cadeirante. “As barreiras humanas são muito piores do que qualquer escada”, diz a mãe.

Hoje, Gabriel está no 3º ano do colégio Maria Imaculada (zona sul de SP). Mesmo sem estar totalmente adaptado para deficientes, o colégio se dispôs a trabalhar com Patrícia para oferecer boas condições de estudo a Gabriel. “A escola aceitou esse desafio. Nunca vi meu filho tão feliz e tranquilo quanto hoje.”

Professora do Bandeirantes, assim como o marido, ela desenvolve no colégio onde trabalha o projeto Vidas (Vivência e Inclusão da Pessoa com Deficiência Através de Atividades e Sensibilização), criado há dois meses, que oferece atividades esportivas para crianças e adolescentes com deficiência física.

Patrícia diz que dará a Gabriel a chance de escolher se quer continuar onde está ou se mudará para o Bandeirantes no 6º ano -quando se inicia o ensino no colégio.

Da Folha de São Paulo.

Unidos Por São Paulo - e pelo Brasil!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Integração, unidade e a continuidade das bem-sucedidas administrações do PSDB marcaram o Encontro Suprapartidário “Unidos por São Paulo”, onde foi lançada a pré-candidatura de Geraldo Alckmin ao Governo do Estado.

Mais que um encontro, o evento se transformou em uma verdadeira festa democrática, com a presença de líderes políticos dos partidos da coligação ” PSDB, DEM, PMDB, PHS e PSC ” e 5 mil pessoas, entre prefeitos, deputados e militantes de todo o Estado, que chegaram ao Expocenter Norte em 52 caravanas.

“Todos vocês representam simbolicamente a população do nosso Estado e isso nos fortalece e anima ainda mais”, discursou Alckmin, intensamente aplaudido pela platéia lotada.

“A história dos governos do PSDB é uma corrida de revezamento em que cada um dá o seu melhor, enfrenta seus obstáculos e passa o bastão para o sucessor. No bastão, vai o coração de cada um de nós, o bater dos corações de todos os brasileiros de São Paulo. É uma corrida que exige preparação, fôlego, resistência e muito amor”, afirmou o pré-candidato, lembrando sua primeira gestão á frente do governo paulista, quando o substituiu o governador Mário Covas, que foi homenageado em todos os discursos.

Geraldo Alckmin lembrou as inúmeras vezes que trabalhou ao lado do ex-governador José Serra, a exemplo da Assembléia Constituinte. “Hoje, voltamos a unir os nossos esforços. Desta vez, para defender e promover uma política de desenvolvimento que seja capaz de propiciar a São Paulo e ao Brasil a oportunidade de alcançar o futuro comum de grandeza e prosperidade”, afirmou. “E é com esse propósito que me disponho a servir mais uma vez o povo de São Paulo. Quero, à frente do governo do Estado, contribuir para que nos aproximemos do destino de grandeza e prosperidade que São Paulo compartilha com o Brasil”, completou.

“Faço isto motivado também pela confiança que tenho merecido do povo de São Paulo e que muito me honra. Confiança que se expressa em calorosos apertos de mãos anônimas, nos lugares em que ando, e que, para mim, são ainda mais eloquentes do que as pesquisas. Sinto, no calor e no carinho que as pessoas me trazem, uma convocação e uma enorme demonstração de apoio e de confiança.”

Em clima de festa e descontração, com muitas interrupções nos discursos em função das manifestações da plateia, o lançamento da pré-candidatura de Alckmin teve a participação de expoentes da política nacional como o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, o pré-candidato ao Planalto pelo PSDB, José Serra, o governador Alberto Goldman, o prefeito de São Paulo, Gilberto kassab (DEM), o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, os pré-candidatos ao Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) e Orestes Quércia (PMDB), o ex-secretário estadual de Emprego e Relações do Trabalho e pré-candidato a vice-governador, Guilherme Afif Domingos (DEM), o presidente estadual do PSC, deputado federal Régis Oliveira, e a vice-presidente do PHS, Nelita Rocha.

A experiência política e administrativa de Geraldo Alckmin e José Serra foi ressaltada em todos os discursos como qualidade imprescindível para quem vai exercer os cargos de presidente da República e governador. “Tenho consciência de que o PMDB de São Paulo optou pelo melhor caminho, com o sentimento de um partido que tem tradição, que foi o MDB de Serra, de Alckmin, de Fernando Henrique. Um presidente tem que ter história. Não é hora de improvisar. O alpinista não começa pela montanha maior”, falou Orestes Quércia.

A vice-presidente do PHS, Nelita Rocha, elogiou a administração paulista. “Somos um pequeno e jovem partido, mas que já sabe com quem quer caminhar. Geraldo (Alckmin) é um político ético, que está na defesa do bem comum”, afirmou.

“O PSC foi criado para fazer parte da política nacional e dos estados, com compromisso ético e por isso, a decisão de apoiar Geraldo Alckmin. O PSC fechou com Alckmin, um governador que saiu da gestão com 66% de bom e ótimo, com 96% de aprovação”, disse deputado federal Régis Oliveira.

Já o pré-candidato ao Senado Aloysio Nunes Ferreira abordou a unidade partidária. Em tom elogioso, o tucano ressaltou os feitos conquistados, em conjunto, pelos sucessivos governos do PSDB. Além de chamar a militância às ruas, Aloysio destacou a experiência adquirida em anos de vida pública.

“Enquanto outros se esquivaram, nós trabalhamos pela redemocratização, na frente que derrotou a ditadura, nós trabalhamos para fazer o Plano Real.”

Na mesma linha, o governador de São Paulo, Alberto Goldman, falou sobre os desafios e as conquistas alcançadas em parceria com os colegas de legenda. O tucano frisou que ajudará a manter o legado das boas administrações do PSDB no estado.

Serra e FHC

Em seu discurso, o pré-candidato tucano à Presidência, José Serra, reafirmou a confiança na competência técnica e administrativa de Alckmin. Também lembrou a época em que o colega foi vice de Mário Covas e depois assumiu a gestão administrativa do Estado, sendo reeleito. “O Mário ergueu São Paulo, que estava em situação muito difícil. Ele botou São Paulo de pé, e Alckmin botou São Paulo para frente”, lembrou. Serra destacou ainda a importância dos aliados. É a primeira vez que caminham juntos, PSDB, DEM e PMDB e, além do PHS e PSC, teremos ainda o PTB e o PPS”, apontou.

“Nós não governamos para um ou outro partido, nós governamos para todos, para o povo; não demonizamos a oposição, nós vemos a oposição como força política, como adversários. É esse nosso estilo. É esse estilo que o Alckmin vai aprofundar em São Paulo”, afirmou o ex-governador, ao destacar que a campanha eleitoral que se aproxima será uma “luta”, mas, do lado tucano, “pacífica”.

Com um discurso veemente, em que defendeu a ética e a transparência, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi enfático: “O Brasil pode mais, pode melhor e pode com mais decência. Nós temos história, não temos nada a esconder. Nossa historia se confunde com a História do Brasil. Vamos dar passos firmes na direção do futuro”, afirmou. “Geraldo Alckmin e Serra vão fazer mais, melhor e com mais decência. Queremos um Brasil de mãos limpas”, concluiu.

Serra quer PT e PV junto com o PSDB em seu eventual governo

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, disse hoje ao debater propostas para destinar mais recursos aos municípios, que se for eleito pretende governar com PT e PV.

A declaração surgiu quando ele falava sobre reforma tributária depois das presidenciáveis Marina Silva (PV) e Dilma Rousseff (PT), defendendo a aprovação de mecanismo específicos de curto prazo em vez de um mega-projeto para mudar todo o sistema de cobrança de impostos.

“Dilma, Marina, se meu nome for aprovado na convenção e eu for eleito, vou querer tanto o PT quanto o PV no governo com base num programa. O Brasil precisa estar junto”, afirmou.

Nos últimos dias, Serra tem repetido em suas entrevistas que não vê a campanha presidencial como uma guerra entre inimigos, um Fla X Flu, e sim uma disputa entre adversários políticos que devem ver o Brasil como um só.

Ontem, na contramão de idéias como essa, cerca de 50 manifestantes tentaram agredir José Serra na porta do prédio onde se realizou o debate promovido pela Associação Mineira de Municípios.

O site UOL News informou que Serra defendeu mais recursos para os municípios por meio da alteração do sistema atual de divisão dos royalties da mineração. Segundo o tucano, os royalties “têm que se estender a outros recursos naturais” e isso deve estar ligado a investimentos.

O ex-governador de São Paulo criticou o governo federal por haver repassado em torno de R$ 350 milhões a menos somente nos quatro primeiros meses deste ano aos municípios mineiros.

Brasília também deixou de transferir ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) R$ 1,5 bilhão no ano passado, conseqüência da política de incentivos às empresas por meio de redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) na venda de carros, por exemplo.

Simpático e bem-humorado, Serra fez brincadeiras com o número 45, que representa o PSDB nas urnas. O comentário aconteceu num momento em que o jornalista Fernando Mitre, mediador do painel, anunciava que faltavam 45 segundos para o término do tempo de resposta. “O que é 45 que você fica repetindo? Daqui a pouco vai ter processo na Justiça Eleitoral”, disse.

PSDB vai unido para as eleições de 2010!

terça-feira, 4 de maio de 2010

PSDB-SP oficializa Aloysio para disputa do Senado

O PSDB de São Paulo oficializou, no início desta noite, o nome de Aloysio Nunes Ferreira como pré-candidato do partido ao Senado. Em reunião em um hotel no centro da capital paulista, os mais de cem delegados do diretório paulista referendaram, por aclamação, a pré-candidatura de Geraldo Alckmin a governador e destinaram a vaga de vice na chapa tucana para o DEM, e uma vaga para disputar ao Senado para o PMDB. O DEM deve apontar para a composição o ex-secretário estadual Guilherme Afif Domingos e o PMDB, o ex-governador Orestes Quércia.

A definição só foi possível porque o deputado federal José Aníbal (PSDB-SP) desistiu de pleitear a indicação do partido ao Senado. O parlamentar havia formalizado um pedido à Executiva Estadual por prévias para decidir entre seu nome e o de Aloysio. Hoje, Aníbal chegou à reunião no mesmo carro do ex-governador Geraldo Alckmin. Na reunião, Aníbal justificou a desistência dizendo que agia pela “unidade do partido”.

 Alckmin elogia Aníbal por desistência de pré-candidatura

O deputado federal José Aníbal (SP) desistiu hoje de disputar uma vaga no Senado pelo PSDB, abrindo caminho para oficialização da pré-candidatura de Aloysio Nunes Ferreira, ex-secretário da Casa Civil do Estado. Em rápido discurso em reunião do Diretório Estadual, Aníbal justificou a decisão em nome da “unidade do partido”. Ele retirou sua proposta depois de passar a última semana trabalhando por prévia para indicar o candidato tucano ao Senado.

O responsável pelo arranjo foi o pré-candidato ao governo paulista, Geraldo Alckmin, que viu na decisão de Aníbal um “gesto de desprendimento”. “Procurei me empenhar respeitando a postulação de Aníbal, mas pensando na unidade do partido”, afirmou.

Aloysio negou que a definição implique rusgas com Aníbal. “Foi uma decisão dele. Conheço Aníbal há mais de 30 anos. Temos nossas asperezas de temperamento, tanto ele quanto eu. Mas temos uma profunda coincidência do ponto de vista das questões fundamentais em relação ao País e ao partido.”

De acordo com Aloysio, a retirada da candidatura de Aníbal acelera a pré-campanha tucana. “Essa mudança de perspectiva evita uma disputa absolutamente legítima, mas que poderia amarrar o processo até a convenção de junho”, disse. “Ele optou por se unir a todos nós para colocarmos imediatamente o nosso bloco na rua.”

Aníbal deixou o evento discretamente, sem falar com a imprensa, enquanto Alckmin e Aloysio davam entrevista coletiva. O encontro do Diretório Estadual para anunciar oficialmente a chapa paulista está marcada para sábado, em São Paulo.

Do Estadão Online.

Milton Flávio discute Saúde para os Planos de Governo de Serra e Alckmin

terça-feira, 4 de maio de 2010

 
O deputado estadual Milton Flávio participou na noite do dia 3/05, na sede do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, da primeira reunião suprapartidária e multifuncional que reuniu as principais lideranças da Saúde do Estado de São Paulo.

O objetivo do encontro é iniciar o “Movimento Brasil Saúde 2010”, e contribuir na elaboração do Programa de Saúde dos pré-candidatos ao Governo de São Paulo, Geraldo Alckmin e à Presidência da República, José Serra.

Milton Flávio afirmou que o movimento deveria seguir três tópicos. Primeiro, mobilizar o setor da Saúde como um todo, a fim de demonstrar a importância representativa do setor, assumindo o compromisso de multiplicar a aglutinação em torno do projeto de Saúde a ser elaborado para os dois futuros candidatos.

Depois, ainda conforme Milton Flávio, seria mister identificar o que não foi feito na Saúde, as lacunas existentes e assumir compromissos de execução . Por fim, o deputado informou que já há o esboço de um caminho a ser trilhado e uma equipe mobilizada e pronta para motivar o público.

“Quando da eleição de Mário Covas, quando ele virou em cima de Paulo Maluf graças à mobilização do pessoal da Saúde, ele fez um discurso dizendo que falhou com o setor e que assumia alí um compromisso de valorizar o segmento médico no mandato seguinte. Depois, infelizmente, ele ficou doente e as coisas tomaram outro rumo. Temos que resgatar este compromisso que o Mário Covas teve conosco e que ainda não conseguimos resgatar”, finalizou o deputado.

O pré-candidato a Governador, Geraldo Alckmin, que também participou do evento, disse que o desafio da qualidade da Saúde em São Paulo, inclui aumentar os 12% constitucionalmente vinculados e, atualmente, aplicados na Saúde. O pré-candidato ao senado, Aloysio Nunes Ferreira, por sua vez, disse se tratar de um desafio constante e que todos os campos da atenção à Saúde em São Paulo são de vanguarda. Para ele, o desafio é fazer com que este benefício chegue à população.

Serra e Alckmin: A favor do Agronegócio

sábado, 1 de maio de 2010

Agrishow 2010: Candidatos do PSDB à presidência da república e ao governo do estado de São Paulo visitam estande da Jacto e prestam homenagem à família Nishimura. Serra e Alckmin criticam as altas taxas de juros.

Os candidatos do PSDB à presidência da República e ao governo do Estado de São Paulo, José Serra e Geraldo Alckmin, visitaram a Agrishow 2010 (Ribeirão Preto-SP), na última quinta-feira (29/04). Durante a visita, os candidatos foram ao estande da Jacto e prestaram uma homenagem à família Nishimura por conta da morte do fundador da empresa, Shunji Nishimura, na última sexta-feira (23).

Serra e Alckmin subiram na Uniport 3000 Vortex, a máquina que é um dos principais pulverizadores da Jacto, carro chefe das negociações da empresa e aquela que possui a maior tecnologia embarcada.

Em discurso à imprensa, José Serra disse que o governo precisa privilegiar a produção. Serra falou ainda sobre os juros básicos e o seguro rural, afirmando que para que o produtor tenha renda e possa garantir produtividade é preciso um seguro rural eficiente.

Também no estande da Jacto, Geraldo Alckmin, em entrevista ao Notícias Agrícolas feita por João Batista Olivi, disse que a “Agrishow é o retrato da competência e da eficiência do agronegócio brasileiro”.

O candidato ao governo de São Paulo, disse que tanto para o estado quanto para o país “deve ser prioridade absoluta apoiar a agricultura. Nós reduzimos os impostos, o ICMS do setor do álcool para 12%. O trigo, a farinha de trigo, macarrão, pão, tudo isso para 0%. O governador Serra tirou o ICMS para bens de capital para 119 setores da economia. Crédito é importante, seguro rural. São Paulo fez o seguro para o pequeno produtor pagando parte do seguro rural. Assistência técnica, infraestrutura, estradas vicinais, ferrovias, portos, pesquisa, inovação tecnológica”.

Quanto ao câmbio, Alckmin disse que é preciso adotar uma política fiscal mais dura. “O câmbio é uma questão macroeconômica. A moeda tem se valorizado muito e uma das razões dessa sobrevalorização é a taxa de juros, a diferença entre a nossa taxa de juros e a taxa de juros norte-americana. Com uma política fiscal mais dura, reduzindo impostos, reduzindo o custo Brasil, dá para melhorar o câmbio”, disse.

Além de falar sobre as previsões para o agronegócio, Geraldo Alckmin falou ainda sobre a morte de Shunji Nishimura. “Quero trazer um abraço muito afetivo para a família Nishimura. Sr. Shunji é um exemplo para o Brasil, foi um grande brasileiro, um homem que tinha dedicação à educação, à família, à produção, à geração de emprego no nosso país”.

Fonte: Redação do Notícias Agrícolas

Compromisso com os Direitos dos Animais e com a Saúde Pública

terça-feira, 20 de abril de 2010
Na foto, da esquerda para a direita, Dr. Breno Siviero, Dra. Sílvia Gonçalves, Deputado Estadual Milton Flávio e Humberto dos Santos.

Na foto, da esquerda para a direita, Dr. Breno Siviero, Dra. Sílvia Gonçalves, Deputado Estadual Milton Flávio e Humberto dos Santos.

Na segunda-feira, 19, acompanhei o Deputado Estadual Milton Flávio (PSDB-SP), que se reuniu com o Prefeito Luiz Gonzaga (PSDB-SP), ocasião na qual discutiram ações propositivas para as demandas da região, e aproveitou sua ida à bela cidade de Tatuí, conhecida como a Capital Paulista da Música, para visitar o Canil Dream´s Bloom.

Milton Flávio e eu fomos carinhosamente recebidos pelos proprietários do Canil, Dra. Sílvia Gonçalves e Humberto dos Santos que narraram os desafios que têm enfrentado e, ante o comprometimento do Deputado em batalhar pelos direitos e bem-estar dos animais, declararam-lhe seu apoio.

Milton Flávio, que conheceu as instalações, dentre as quais a galeria de troféus e o pomar – onde até colheu algumas mexericas – se impressionou com a criação dos alegres cães da raça Beagle e com a manutenção do abrigo para cães de rua, disponibilizados posteriormente para adoção.

O Canil Dream´s Bloom vacina, higieniza e alimenta todos os animais, que contam com a assistência 24 horas do veterinário Dr. Milton Almeida Groppo, mantendo reconhecido padrão de excelência, em consonância com as normas sanitárias e a legislação estadual de proteção aos animais.

O Parlamentar reconhece que a relação homem/animal se intensificou e mudou de valores, sendo que novas perspectivas são vislumbradas. Exemplos em outros países comprovam este fato. A OMS (Organização Mundial da Saúde), por sua vez, recomenda novas posturas, como ética no trato com o animal, com todas as formas de vida, com o ambiente e com o planeta.

Para Milton Flávio, que é médico e professor da Unesp, as políticas públicas voltadas para os animais, além de serem louváveis por si só, são fundamentais para o controle de zoonoses e para a saúde pública coletiva. “Estejam certos de que a população de Tatuí – humanos e animais – tem aqui um amigo e defensor. Contem comigo”! – declarou efusivamente o Deputado.

Tucanos são condecorados com a Medalha Ruth Cardoso

terça-feira, 9 de março de 2010

Maria Lúcia Alckmin se emociona com a homenagem

Há 100 anos na segunda conferência internacional das mulheres socialistas, foi instituído o dia internacional da mulher. Não por acaso foi escolhida a data de 8 de março. Em 1987 ocorria uma manifestação numa fábrica de tecelagem alemã, onde 130 mulheres exigiam condições mais dignas de trabalho. O protesto acabou em poucos minutos, quando os portões foram trancados e atearam fogo. Quando os portões foram reabertos novamente, todas estavam mortas.

Porém, esta data não é lembrada por este dia fatídico, mas sim, por uma série de conquistas ao longo dos anos. No Brasil, apesar de ainda não haver uma igualdade perante os homens, muitas vitórias ocorreram, como a conquista do direito de votar nas eleições.

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, reconhecer aqueles que lutam pela causa e ainda incentivar todos estes, foi criada a Medalha Ruth Cardoso, em homenagem à eterna primeira-dama do Brasil, que esteve à frente do Programa Comunidade Solidária, que alfabetizou mais de 2,5 milhões de jovens nos municípios mais carentes do Brasil.

Na noite desta sexta-feira, 05,na sede do MUBE (Museu Brasileiro da Escultura), a presidente do Conselho Estadual da Condição Feminina do Estado de São Paulo, Rosmary Corrêa, condecorou entre outros, Maria Lúcia Alckmin e José Henrique Reis Lobo.

Muito emocionada, a mulher que realizou um dos mais brilhantes trabalhos à frente do Fundo Social de Solidariedade, quando seu marido, Geraldo Alckmin, era Governador, disse que todas as suas ações foram inspiradas por uma mulher. “Minha mãe me mostrou o que era ter um espírito de ajudar as pessoas. Éramos em muitos irmãos e pequenos, e mesmo assim ela arrumava tempo para ajudar os outros. Esta medalha eu dedico a ela”.

O único homem homenageado na noite foi José Henrique Reis Lobo, à frente da Secretaria Estadual de Relações Institucionais, vem fazendo um trabalho intensivo na luta em favor de todos os segmentos excluídos da sociedade. Em seu discurso, que encerrou as comemorações, Lobo citou algumas grandes mulheres que ajudaram a mudar a história do nosso país, entre elas, Luiza Mahin e Maria Amélia de Almeida Telles.

Alckmin vai à São Luiz do Paraitinga avaliar danos e novos riscos para viabilizar a reconstrução da cidade

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O Secretário de Desenvolvimento convocou especialistas do IPT  que já analisam possibilidade de novos desmoronamentos e deslizamentos de terra após chuvas que provocaram cheias no rio Paraitinga, deixando centenas de famílias desabrigadas

Na manhã desta segunda-feira, 4 de janeiro, o Secretário de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, percorreu as áreas atingidas, ao lado da prefeita Ana Lúcia Bilard Sicherle (PSDB) e de uma equipe de técnicos, chefiada pelo diretor de Operações e Negócios do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Alvaro Abackerli.

De acordo com Alckmin, a análise pretende averiguar a condição de estabilidade dos imóveis remanescentes na cidade. “Ainda há riscos de novos desabamentos. Por isso, o IPT vai avaliar a segurança estrutural das edificações antes da liberação para retorno das famílias”, afirmou.

Oito técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e três do Condephaat chegaram hoje a Paraitinga, para fazer um diagnóstico da destruição. O presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, fez ontem um apelo para que a sociedade civil colabore com a reconstrução.

“Nunca antes registramos uma calamidade com essas dimensões no patrimônio histórico por causa de chuvas ou acidentes naturais”, disse Almeida, com base numa análise prévia feita com fotos das enchentes.

Ontem, Alckmin também se reuniu com assessores do IPT e do Instituto de Geologia e pediu prioridade na avaliação dos técnicos nas casas localizadas na encosta do Morro do Cruzeiro. O ex-governador empenhará esforços para evitar novos desastres naturais e para reconstruir o município.

“Sou da região do Vale do Paraíba e venho a São Luiz desde criança. Vamos dar todo apoio para a cidade se reconstruir”, garantiu Alckmin.

Sidney Beraldo, Secretário de Gestão Pública do Estado, está hoje, terça, 5, em Paraitinga, para evitar que serviços ligados à pasta, como o Poupatempo e o Acessa São Paulo,  fiquem comprometidos na cidade.

No último domingo, o governador José Serra esteve no local e sobrevoou de helicóptero a região alagada. O Estado mobilizou cerca de 300 profissionais da Defesa Civil, bombeiros, policiais militares, agentes de saúde e geólogos para auxiliar a população vitimada pelas chuvas no Vale do Paraíba.

A força-tarefa conta com 15 viaturas, 11 embarcações, além de equipes do Comando de Policiamento Ambiental, Comando de Policiamento Rodoviário e Comando do Policiamento do Interior-1. Quatro helicópteros - dois da Polícia Militar e dois do Exército - também estão sendo utilizados nos resgates. Os desabrigados estão sendo acolhidos em igrejas, casas de voluntários e pousadas da região.

O governo do Estado está distribuindo cobertores, cestas básicas, medicamentos e material de limpeza aos necessitados, além de água potável e cloro para desinfecção. Foram disponibilizados também caminhões basculantes, pás-carregadeiras e escavadeiras hidráulicas para os trabalhos emergenciais.

Todos os quartéis da Polícia Militar localizados no Estado de São Paulo estão recebendo doações de alimentos não perecíveis, água, roupas, leite de caixinha e colchões. A arrecadação será entregue às famílias prejudicadas.

‘Vamos reconstruir o patrimônio de Paraitinga’, diz Serra

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O governador José Serra (PSDB) visitou neste domingo, 3, São Luís do Paraitinga, cidade histórica que teve parte de seu patrimônio destruído pela chuva dos últimos dias, e afirmou que, depois que as águas baixarem, vai pedir ao secretário da Cultura, João Sayad, para avaliar quais medidas o governo estadual e a prefeitura devem tomar para reconstruir os prédios que foram abaixo.

“É preciso refazer. Ainda não sabemos a dimensão dos estragos e não avaliamos o grau da destruição, mas vamos reconstruir o patrimônio do Estado.” 

As cheias do Rio Paraitinga, que subiu mais de 10 metros, destruíram a Igreja da Matriz, do século 19, e a Igreja da Nossa Senhora das Mercês. Além disso, existem cerca de 90 prédios históricos tombados, feitos por meio da técnica de taipa de pilão, uma mistura de barro e pedras muito vulnerável às águas. Os que não ruíram ficaram com a estrutura comprometida.

O governo afirmou que vai ajudar o município a reconstruir as estradas rurais da cidade que ficaram interditadas ou foram destruídas. Serra quer pedir uma linha de financiamento ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para ajudar os comerciantes locais a recuperarem os estabelecimentos destruídos pelas cheias. “O mais importante agora é avaliar o tamanho das perdas”, disse.

 Voluntários

O governador foi acompanhado do secretário da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, e do secretário dos Transportes, Mauro Arce. Serra conversou com integrantes das equipes de rafting para agradecer a ajuda nos resgates dos moradores.

Pelo menos 500 pessoas foram socorridas pelos 12 botes de borrachas das equipes, sendo que 70 foram retiradas quando a água já atingia os andares superiores das casas. Uma pessoa morreu na cidade, vítima de desabamentos.

Depois, o governador embarcou em um dos botes de borracha e visitou o lado ilhado da cidade, acessível somente dessa forma. Ao voltar, Serra disse que a prioridade vai ser evitar que a população retorne às suas casas depois que as águas baixarem antes que se tenha uma avaliação de risco dos imóveis.

Cerca de 20 imóveis localizados na encosta de um dos morros da cidade correm o risco de desabar. Quatro geólogos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) estão no local para avaliar as condições dessas residências.

“É importante evitarmos que uma nova tragédia aconteça e, para isso, não podemos liberar casas que corram riscos de desabar”, afirmou Serra.